Reza cálida a voz trêmula
O fervor que as horas mais avessas conduzem.
É de joelhos que se suplica
Os pleitos necessários para sanar
As enfermidades da matéria e da alma.
Escorregam as lágrimas serenas
Pelas formas enternecidas da malfadada face.
Os lamentos que se seguem
São gritos latentes das feridas enraizadas.
Dá-lhe crença cogente...
Roga-lhe aos ventos...
Ouvidos do Grande Mundo,
Ouçam!
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