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Meu Custo


De repente em contato com o óvulo,
Sentindo o incentivo, do gosto salgado de ligar,
Esta preso em teu sangue, esperando o teu jeito de me colocar ao mundo.
Seco de gosto disparo em meu tempo, contratempos de tuas décadas, de tua época que me choca contra um jeito contra de ver as coisas.
Agrido-te, tua forma dessincronizada, meu arrepio de vergonha, do tempo que choca, da fala presa, do modo agressivo que nos desligamos.
Vamos nos desafinisando, contra a lei da odisséia.
A consciência que muda, grita, contra os erros da aprendizagem.
A falta de coragem, as promessas ultrapassadas ligando o elo, que nos deixa preso a mais voltas a limites já cruzados.
E machucados pelas laminas do arrependimento, vamos sabendo o que é certo, de um jeito duro e covarde.
Cortando-nos, sentindo cuspidos de um corpo para outro.
A azia da vontade de chorar fala por mim, pois cega a vontade de mudar.
O peso desta situação me apavora.
O relógio cobra as divida existentes.
O estagio do mundo nos surra, criando rivais em tormentos.
Em um momento a frente, podemos trocar de lugar.
Não sei como será nosso tempo.
Mas cederei como te o meu útero.


Mário Abreu

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