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Não sei de estórias melhores, meu bem. Não me peça mais livros emprestados. Estes, lacrei, larguei, esqueci numa velha cômoda, num canto cômodo, num esquecimento mais que esquecimento. De minhas fugas, nem eu mesmo mais sei. A sua história invadiu os espaços - nem escapa - nem escapo. Permeia a mais singela conexão neural, e como dor chata na cabeça em dias de vento puro (oficina do demônio), bate o incômodo. Desses, assim, ora leve, ora pesado - uma mistura de palavras, cenas, veneno, cerveja e melaço... Isso só pode terminar em enxaqueca!

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