Quando é noite
Teu cansaço vem
E junto minha insônia
“Por que não sonho com você?”
Já desistir destas técnicas de lembranças...
Meu corpo torce
E sem saber o seu dorme
Carregado dos fardos (não só seus)
Calada... minha alma te cobre
Como quem pede desculpas para si mesmo
Teu cansaço vem
E junto minha insônia
“Por que não sonho com você?”
Já desistir destas técnicas de lembranças...
Meu corpo torce
E sem saber o seu dorme
Carregado dos fardos (não só seus)
Calada... minha alma te cobre
Como quem pede desculpas para si mesmo
2 comentários:
Fiz uma releitura dessa cria. E já não sei se ela nascera de mim ou de ti. Talvez, no momento daquele parto, estivéssemos em uma mesma sintonia. Uma espécie de comunhão de pensamento. Não sei bem. Quem sabe, então, vivemos experiências semelhantes ou, um ou outro, cometeu o ato (aqui não ilícito) de surrupiar o sentido do próximo. Acredito que essa escrita é minha, meu caro. É minha porque ela navegou por minha pele e aportou em minha madrugada, plena de insônia, ao lado de quem dormia. Ela carregava também os meus fardos em um sono tão carente de mim que me trouxera novamente para perto. Era eu recuperando a sensatez (ou a insanidade). Era eu me desculpando por tudo que fizera ou por tudo aquilo que ainda não fiz.
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