é de "bom dia" que faço minha madrugada

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Sou cheiro de fevereiro de dentro pra fora. Embaixo da pele. Entre as camadas de um ser que sou eu, mas não conheço.

Porque é matemático, físico, cientificamente exato. É calculadamente surreal. Eu sou todo labirintos e portas. Ele é meu fio e chaves infinitas. Sinteticidade: o meu jardim secreto. É a suavidade nos detalhes, a sutileza das impossibilidades e a intensidade na vontade que me encantam incomensuravelmente.

Eu, completamente entregue, apaixonadamente submisso. Eu: dele. Por todo o tempo do mundo, ou pelos cinco minutos que equivalem a isso. E é de eternidade efêmera que construo essa equação, que não vale nada, mas tende ao infinito.

2 comentários:

Heidn Carvalho disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Heidn Carvalho disse...

Você é extra-extra! Escritas inscritas nos concursos diários de minhas leituras! E de antemão, informo-lhe que quase sempre são vencedoras: classificadas, aprovadas e convocadas; estão, por vezes, presentes nos meus dias: sempre remodelo, reformulo, reescrevo de alguma forma...; Digo "quase sempre" para não nutrir a ideia de unanimidade (de meu entendimento) que se assemelha com a máxima perpetuada da burrice (unanime); Digo "quase sempre" para não inflar (tanto) o seu ego tão ísta que gosto (esquinado), mas que não ouso estourá-lo. Hehehehe.

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