SUPER PERFUME

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E a vida que gasta os dentes Antes, entes, sempre Sou só um Semi deus Eu pego dessa posta e arranco um fiapo pra desfolhar a coluna desse Na ramagem tácita em que exemplifica para ser feliz Exercita escolhida a dedo em sua falha quente Ausente Minha voz em seus vãos - Só não me suje os cômodos. dessa mentira sem ombros desta beleza disfarçada sem asas dessa vergonha miudinha eu massageando seu nome entre os dedos pra brincar um silêncio botar em paz minha timidez Bicicletas azuis de alecrim São Francisco minha intenção As migalhas com os olhos que deu das tardes mornas dos pés em quebrando que humilham sem cessar bastasse os pães seus olhos desfeitos entre tantos a lona gasta dos meus querendo ser par Sou pessoa usada estrela distante que em tempo devora meu estômago não aceita outro sabor Quem vai me abraçar quando eu cair? de onde se vê flor envolta sem arestas e não se pode tocar sua pele este seu céu cuspido? Agosto, era mês de medo. e que os pássaros baços são sombras e folhas e cantos cores em flores sem as amenidades do pó de estrelas caretas.
A coisa mais querida
Por favor devolva-me.

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